27 de janeiro de 2009

QNEsc 2008


Pela primeira vez na história da revista Química Nova na Escola foram lançados 4 exemplares em um ano. A partir de agora a revista não será mais semestral e sim, trimestral. Um ganho para a área e um indício que o número de pesquisas tem aumentado bastante.

Além dessa novidade, a revista também lançou seu novo sistema de submissão de manuscritos totalmente online e lançará em breve os Programas de TV da QNEsc online.

A partir de agora, sempre que a revista lançar um exemplar, colocarei o índice aqui. É uma forma de aumentar o acesso de todos a esta revista tão importante para o Ensino de Química, que tem se desenvolvido muito ao longo desses 18 anos de história.


QNEsc # 27 - Fevereiro/2008

  • Ensino das Ciências: perspectivas ibero-americanas
  • Avaliação das competências de pensamento científico
  • Fazendo Educação em Ciências em um curso de Pedagogia com inclusão de saberes populares no currículo
  • Analogias no ensino do equilíbrio químico
  • Formação de professores de Química: concepções e proposições
  • Formação contínua de professores para uma orientação CTS do ensino de Química: um estudo de caso
  • Consensos sobre a natureza da Ciência: a Ciência e a tecnologia na sociedade
  • Aspectos macro e microscópicos do conceito de equilíbrio químico e de sua abordagem em sala de aula
  • Experimentando Química com segurança

QNEsc # 28 - Maio/2008

  • Biodiesel: possibilidades e desafios
  • Biocombustível, o mito do combustível limpo
  • A questão do mercúrio em lâmpadas fluorescentes
  • Fundamentos e aplicações da flotação como técnica de separação de misturas
  • O conceito de hibridização
  • A música e o ensino de Química
  • Modelagem e o "fazer Ciência"
  • Abordando soluções em sala de aula: uma experiência de ensino a partir das ideias dos alunos
  • Catalisando a hidrólise da uréia em urina
  • Estudo da atividade proteolítica de enzimas presentes em frutos


QNEsc # 29 - Agosto/2008

  • Questões tecnológicas permeando o ensino de Química: o caso dos trangênicos
  • Carboidratos: estrutura, propriedades e funções
  • A pedagogia de projetos no ensino de Química - O caminho das água na região metropolitana do Recife: dos manaciais ao reaproveitamento dos esgotos
  • Uma abordagem problematizadora para o ensino de interações moleculares e conceitos afins
  • Ensinar Ciências por investigação: um desafio para os formadores
  • O conhecimento químico e a questão ambiental na formação docente
  • Análise de pigmentos de pimentões por Cromatografia em papel
  • Resíduos e rejeitos de aulas experimentais: o que fazer?
  • Entalpia de decomposição do peróxido de hidrogênio: uma experiência simples de calorimetria com material de baixo custo e fácil aquisição
  • Visualização prática da Química envolvida nas cores e sua relação com a estrutura dos corantes

QNEsc # 30 - Novembro/2008

  • Saberes populares e ensino de Ciências: possibilidades para um trabalho interdisciplinar
  • Blogs: a aplicação na educação em Química
  • Michael Faraday e a história química de uma vela: um estudo de caso sobre a didática da Ciência
  • Um Prêmio Nobel por uma proteína brilhante
  • Ressignificando a formação de professores de Química para a educação especial e inclusiva: uma história de parcerias
  • Experimentação problematizadora: fundamentos teóricos e práticos para a aplicação em salas de aula de Ciências
  • Diário de aula coletivo em Estágio da licenciatura em Química: dilemas e seus enfrentamentos
  • Currúculo e formação profissional: cenas do cotidiano de um instituto de pesquisa
  • Reflexões sobre o que se ensina e o que se aprende sobre densidade a partir da escolarização
  • Escurecimento e limpeza de objetos de prata - Um experimento simples e de fácil execução envolvendo reações de oxidação-redução
  • A efervescente reação entre dois oxidantes de uso doméstico e a sua análise química por medição de espuma
  • Variação de pH em água mineral gaseificada

Contato



26 de janeiro de 2009

Portal do Professor do MEC


Você usa o Portal do Professor do MEC? Conhece o site? Se não é interessante começar a usar, pois lá existe uma variedade de recursos para ajudar o professor.

No portal é possível acessar o Espaço da Aula, que é construído pelos próprios professores, além de Recursos Educacionais, Cursos e muito mais. Explore bastante o portal e encontrará muita coisa boa.

Acesse o Portal do Professor.


24 de janeiro de 2009

Físico consegue teletransportar um átomo

RAFAEL GARCIA
da Folha de S.Paulo

Um grupo de pesquisadores dos EUA anunciou no dia 22/01/2009 o sucesso de um experimento com teletransporte que, pela primeira vez, conseguiu transmitir matéria entre dois locais.

A técnica já tinha tido sucesso com o teletransporte de luz, mas um estudo na edição de hoje da revista "Science", assinado por físicos da Universidade de Maryland, descreve o teletransporte de um átomo (na verdade um íon, átomo eletricamente carregado) do metal itérbio pelo espaço de um metro: uma distância enorme, em termos quânticos.

Para decepção dos fãs de ficção científica, porém, não é ainda um dispositivo como o da espaçonave da série de TV "Jornada nas Estrelas" que fazia a tripulação se desmaterializar em um lugar e se materializar em outro, do nada. O que os cientistas fizeram agora foi transportar características físicas de uma partícula de itérbio para outra, instantaneamente.

Não é pouca coisa, se considerarmos que aquilo que define a essência dos átomos que compõem as pessoas também são essas características, que os físicos chamam de "estados quânticos". Em teoria, é possível teletransportar um grupo maior de átomos, mas as dificuldades técnicas crescem exponencialmente com o tamanho e complexidade do objeto a ser transmitido.

A principal perspectiva de aplicação da técnica, porém, não é mesmo o transporte público. O teletransporte de átomos individuais, por enquanto, acena como um modo de armazenar e transmitir informações em computadores quânticos -- máquinas com poder de cálculo imenso, que por enquanto só existem mesmo em teoria.

Com o sucesso do experimento, os cientistas já falam agora na possibilidade de criar uma "internet quântica".

"Os íons atômicos usados no experimento servem como uma excelente 'memória quântica', para guardar informação, algo que seria difícil fazer usando apenas fótons" disse à Folha Steven Olmschenk, físico que liderou o experimento. "O protocolo de teletransporte que demonstramos aqui pode ser um componente vital de computadores quânticos."

Ação fantasma

O teletransporte de partículas foi concebido em teoria em 1993 e realizado pela primeira vez em 1997. Outro grupo dos EUA teletransportou fótons --partículas de luz-- entre dois pontos. Só depois de uma década, porém, é que se conseguiria o teletransporte de uma partícula de matéria, anunciado agora por Olmschenk.

O truque por trás dos experimentos é um fenômeno que os físicos chamam de emaranhamento --uma espécie de ligação instantânea entre duas partículas que podem estar distantes. Quando uma é manipulada em um ponto, a outra imediatamente se altera também.

Por ser altamente contraintuitiva, a ideia que fundamentou o emaranhamento era altamente criticada algumas décadas atrás. O próprio Albert Einstein, um dos padrinhos da física quântica, rejeitava esse tipo de "telepatia" entre partículas, que chamava de "ação fantasma à distância".

Mas os fatos --uma série de experimentos, na verdade-- calaram o grande gênio. Hoje é consenso entre cientistas que o emaranhamento existe, apesar de físicos e filósofos ainda estarem debatendo como interpretar a realidade por trás dele.

Segundo o físico brasileiro Amir Caldeira, da Unicamp, o anúncio de um experimento como o de Olmschenk era uma questão de tempo. "Ele não teve uma originalidade de ideia física, mas foi original na maneira com que aplicou as coisas", disse. Caldeira lidera uma rede brasileira para pesquisa de informação quântica, campo que está fervilhando agora.

Olmschenk diz que a grande dificuldade do experimento foi manipular partícula por partícula sem perder informação. Em meio à corrida pelo computador quântico, ele diz que espera poder contribuir para os debates de questões mais filosóficas com seu experimento.

"O estado de emaranhamento de fato demonstra a estranheza da física quântica, e o estudo dos mecanismos pelos quais ele é criado e destruído é de grande interesse", diz.

Fonte: Folha Online

20 de janeiro de 2009

Chamando os pais à responsabilidade de educar

Essa é uma das histórias que mais corre a internet sem citação de autoria. Não sei se é verdade, mas é o sonho de todos os professores e diretores de escolas diante da realidade em que vivemos com pais ausentes e querendo que a escola se responsabilize por toda a educação dos seus filhos.


Professores de uma escola da Califórnia decidiram gravar na secretária eletrônica da escola. A escola exige dos alunos e dos pais responsabilidade pelas faltas dos estudantes e pelos trabalhos de casa. A escola e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.

Aqui vai a mensagem gravada:

"Olá! Para podermos ajudá-lo, por favor ouça todas as opções:


- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecla 1

- Para dar uma desculpa para seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecla 2

- Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecla 3

- Para insultar os professores - tecla 4

- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho - tecla 5

- Se quiser que criemos o seu filho - tecla 6

- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecla 7

- Para pedir um professor novo, pela terceira vez este ano - tecla 8

- Para se queixar do transporte escolar - tecla 9

- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecla 0

- Se você já compreendeu que este é um mundo real, que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa dos professores, desligue o telefone e tenha um bom dia!"

Serpente do Faraó

O experimento conhecido como Serpente do Faraó é algo que corre a internet, em vários blogs e fóruns. O vídeo mais famoso (pelo menos que eu saiba) é esse aí embaixo:



Só que é meio perigoso, pois queima-se o tiocianato de mercúrio para obter os tentáculos.

Mas, encontrei no site Ponto Ciência uma outra versão da Serpente do Faraó que pode ser feita na escola, sem problema. Vejam:



Clicando aqui você terá toda a instrução de como realizar este experimento tão interessante e que chama a atenção de todos!

18 de janeiro de 2009

Maneiras e maneiras de educar

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom. O diretor andava bastante aborrecido porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom.

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro, explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram.

No outro dia o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso
sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho!

(Piada que circula na internet. Autor desconhecido)

12 de janeiro de 2009

Atrito de fita adesiva gera raios X

Pesquisadores obtêm radiografia com pedaço de fita aderente.

por Susannah F. Locke

Pode parecer estranho ou até ser confundido com um trabalho escolar de ciências, mas não é: pesquisadores suspeitam que ao se desenrolar uma fita adesiva rapidamente podemos liberar radiação suficiente para obter uma imagem de raio X. Se essas descobertas forem confirmadas, poderão estabelecer as bases para um aparelho de raios X mais barato, que não requer eletricidade.

O pesquisador responsável, Carlos Camara, físico da University of California, em Los Angeles, relatou, para a Nature, que sua equipe obteve uma radiografia de um em uma chapa colocada atrás dele, desenrolando uma bobina de fita adesiva à sua frente.

Como isso é possível? Os pesquisadores observaram que a radiação é liberada quando a fita é descolada rapidamente de uma superfície. Camara explica: os elétrons saltam de uma superfície (como vidro ou alumínio) para a superfície aderente de um pedaço de fita recém-descolado, com velocidade tão alta que liberam radiação, ou energia ao se chocar contra o pedaço de fita.

Quando registrado por uma chapa radiográfica o resultado do processo é um raio X pouco nítido, como ocorreu com o osso do dedo indicador do físico Seth Putterman, chefe do laboratório onde a experiência foi realizada.

Aparelhos de raios X convencionais demandam componentes elétricos caros para criar o feixe de elétrons de alta energia, que atinge o alvo. Camara prevê um aparelho de raios X em que a fita adesiva possa ser desenrolada manualmente ─ e reenrolada, para ser utilizada novamente. Ele observa que os pesquisadores reutilizaram o mesmo rolo de fita várias vezes, sem qualquer alteração na qualidade do raio X. Infelizmente, ele lamenta, “seja pelo método tradicional ou com a fita adesiva, ainda precisamos da mesma quantidade de radiação para criar uma imagem com raios X”.

Não se preocupe com a radiação liberada pelo rolo de fita adesiva sobre sua mesa. Tanto no aparelho de raios X convencional quanto no caso da fita, os elétrons viajam sem se chocar com as moléculas de ar, dentro de uma câmara a vácuo; isso permite que liberem energia necessária para a produção de raios X. Normalmente, o nitrogênio, oxigênio e outros gases do ar, reduzem muito o movimento dos elétrons e a energia produzida só é suficiente para emitir uma suave luz azul, quase imperceptível.

Se você não acredita nesse resultado, verifique, por si mesmo, a propriedade chamada triboluminescência, desenrolando uma fita no escuro.

A Agência Reuters, de Washington, informou, em outubro passado, que pesquisadores haviam descoberto uma nova característica da fita adesiva transparente comum: ela produz raios X quando desenrolada. A notícia, veiculada pela Nature, confirma uma teoria de 1930, segundo a qual o processo de desenrolar fita libera energia não só na forma de uma centelha de luz visível, mas também de raios X.

Crianças brincando em locais escuros costumam observar faíscas de luz ao desenrolar fita adesiva. O fenômeno denomina-se triboluminescência e é produzido pelo atrito entre as superfícies.

Carlos Camara e seus colegas utilizaram uma máquina para desenrolar um rolo de fita no vácuo e conseguiram gerar raios X suficientes para visualização de ossos. “A fita deve estar no vácuo, mas a mão não,” explica ele.

“Se você desenrolar a fita nas condições ambientes, somente luz visível é observada. Não são gerados raios X”, detalha Camara. Isso ocorre porque os átomos e moléculas do ar reduzem a velocidade dos elétrons que produzem os raios X.

“Em geral, os responsáveis pelos raios X são sempre os elétrons que estão se movimentando muito rápido e, de repente, são freados. Ao serem separados, eles deslocam de um lado para outro da fita, produzindo um fenômeno parecido com uma minicolisão luminosa,” segundo Camara.

Essa propriedade pode ser usada para realizar fusão nuclear, propõem Camara e a sua equipe. Em princípio seria necessário apenas cerca de dez vezes mais energia que a produzida durante o experimento, asseguram.

A fita pode ser desenrolada ainda mais rapidamente para se melhorar a eficiência do processo. “É somente uma questão de energia. O experimento foi projetado para produzir raios X. Se conseguirmos melhorar sua eficiência de um fator 10, poderemos obter muito mais energia e a fusão será uma prova dessa quantidade de energia. Esse não seria o tipo de fusão nuclear que produz energia, ou uma explosão. Desenrolar a fita requerer o uso de mais energia que a produzida”, adverte.

“Obter fusão nuclear no laboratório não é tão difícil. Extrair mais energia que a introduzida para produzi-la, a partir da fusão nuclear, é o que é realmente difícil,” acrescenta.

Em 2005 a fusão nuclear foi obtida com equipamentos de dimensões reduzidas, mas utilizando eletricidade convencional, que requer mais energia que a liberada.

Fonte: Scientific American Brasil

Abaixo um vídeo que mostra o experimento. É em inglês, mas é ótimo para se ter uma ideia do fenômeno.


9 de janeiro de 2009

A Química do amor

WASHINGTON (Reuters) - Será que uma pílula ou um spray nasal seriam capazes de salvar um casamento? Talvez, segundo pesquisadores que investigam a base química da mais elusiva das emoções -- o amor.

Larry Young diz que seu objetivo não é criar uma poção do amor high-tech, e sim entender distúrbios graves, como o autismo, que afeta a capacidade de formar vínculos sentimentais.

"Os biólogos em breve poderão reduzir certos estados mentais associados ao amor a uma cadeia bioquímica de eventos", disse Young, do Centro Nacional Yerkes de Pesquisas de Primatas, na Universidade Emory (Atlanta), em artigo na revista Nature.

Seu estudo com arganazes (roedores das pradarias norte-americanas) demonstrou que uma rápida dose do hormônio correto pode alterar drasticamente os relacionamentos.

Esses graciosos roedores são um bom modelo para as relações humanas, segundo Young. Ao contrário de outros animais, eles formam casais que criam os filhotes e passam a vida juntos. Mas é fácil mudar esse comportamento.

"É uma reação química. Pelo menos nos arganazes sabemos que, se você pega uma fêmea, a coloca com um macho e infunde oxitocina no seu cérebro, ela vai rapidamente criar laços com esse macho", explicou ele por telefone.

Já ao rebaixar os níveis naturais de oxitocina -- hormônio envolvido no parto, nos cuidados maternos e nos laços sociais -- ela rejeita o macho como parceiro, mesmo que haja diversas cópulas.

"Os experimentos demonstraram que um borrifo nasal de oxitocina aumenta a confiança e sintoniza as pessoas nas emoções das outras", escreveu Young na Nature.

"Empreendedores da Internet já estão comercializando produtos como o Confiança Líquida Reforçada, uma mistura de oxitocina e feromônios, como uma colônia, preparada para reforçar o quesito namoro e relacionamentos na sua vida", escreveu ele.

Ele acha possível também chegar a um remédio contra crises conjugais. "Se pudéssemos usar uma droga em combinação com a terapia conjugal, seria desejável."

Young também está convencido de que o amor não se resume a um só hormônio. Outros estudos já demonstraram que diferenças em um gene chamado complexo maior da histocompatibilidade, que afeta o sistema imunológico, pode estar envolvido na atração sexual inicial. Para os homens, o hormônio vasopressina parece ser mais importante.

Mas tudo isso é claramente biológico, segundo o cientista. "Acho que o amor nos humanos evoluiu para nos manter juntos", disse.

Isso significa que outros animais provavelmente também amam.

"Qualquer mamífero, quando a mãe tem bebês, fica ligado a esses bebês e faria qualquer coisa para protegê-los. Trata-se de uma química cerebral ubíqua, e isso estimula os laços," disse.

"Seja como for, os recentes avanços na biologia da ligação dos pares significa que não vai demorar muito até que um pretendente inescrupuloso jogue uma 'poção do amor' farmacêutica na nossa bebida. E se fizerem isso, será que vamos ligar? Afinal, amor é insanidade", escreveu ele.

(Reportagem de Maggie Fox)

Fonte: Abril.com


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