5 de setembro de 2009

Falta de níquel nos oceanos produziu oxigênio da atmosfera

Pesquisas recentes revelam aspectos das transformações pelas quais passou atmosfera terrestre, há 2,4 bilhões de anos: a diminuição dos níveis de níquel em águas oceânicas destruiu microrganismos produtores de metano

por Cynthia Graber

A atmosfera original da Terra deve ter sido insuportável ─ até mortal ─ para qualquer organismo que dependesse do oxigênio para respirar. Esse elemento simplesmente não existia, pelo menos até aproximadamente 2,4 bilhões de anos. Foi quando aconteceu o que os cientistas chamam de Evento da Grande Oxidação.

No entanto, alguns pesquisadores acreditam ter encontrado agora pistas sobre o que pode ter provocado essa mudança.

A exposição ao ar de sulfuretos terrestres aumentou o sulfato e o domínio ecológico de microrganismos redutores de sulfatos sobre os metanogênicos foi apontado como causa provável do colapso de metano. Mas essa explicação é difícil de conciliar com os registros geológicos. Formações de ligas de ferro preservam a história da abundância do elemento no oceano, durante período pré-Cambriano, e pode nos dar uma ideia da vida microbiana primordial e sua influência na evolução no nosso planeta.

Em trabalho publicado na Nature de abril, os autores ─ liderados por Kurt Konhauser da University of Alberta, Canadá ─ relataram uma redução na proporção entre o níquel e o ferro molares, registrada em ligas de formações ferríferas datadas de aproximadamente 2,7 bilhões de anos. Segundo Konhauser, essa redução é atribuída a uma diminuição no fluxo de níquel para os oceanos, provocada pelo arrefecimento da temperatura do manto superior e pela diminuição na erupção de rochas ultramáficas, ricas em níquel, na época.

Artigo original.

16 de julho de 2009

A Química na cozinha


O site Como Tudo Funciona trouxe um material muito bom sobre Ciência na Cozinha, adaptado dos livros O que Einstein disse a seu cozinheiro, de Robert L. Wolke, professor de Química da Universidade de Pittsburgh.


Para acessar os textos clique aqui.

14 de julho de 2009

Cadernos de Educação Ambiental


Este é um material disponibilizado pelo WWF Brasil.

"O primeiro dos dois volumes da publicação, o Livro das Águas, traz um conjunto de textos sobre a situação das águas no pais e visa estimular a pesquisa, a vontade de conhecer e de participar no seu cuidado e gestão.

O segundo, o Guia de Atividades, sugere uma série de ações e práticas para sensibilizar, estimular a construção de conhecimentos, despertar a criatividade ao lidar com questões ambientais e chamar pessoas e grupos à ação pelo meio ambiente. Sugerimos que o Guia de Atividades ande sempre de mãos dadas com o Livro da Águas, pois a interação entre eles certamente enriquece e amplia as possibilidades de uso do material."

Para acessar clique aqui. Essa dica eu recebi pelo Twitter.

13 de julho de 2009

A Problematização como ferramenta de ensino-aprendizagem

Essa apresentação eu usei num momento com professores de um curso de Farmácia para falar sobre problematização como ferramenta de ensino-aprendizagem e também como projeto de curso.

View more presentations from atribeiro.

12 de julho de 2009

A Química à flor da pele!

Encontrei essas tatuagens no blog Discover. São muito interessantes! Eu acho que nunca faria tatuagens, mas se fizesse, uma delas faria menção à Química!

As informações abaixo foram encontradas no próprio blog. Caso haja algum erro, por favor, me avise, ok?

Átomo de urânio






Elementos da Tabela Periódica formando a palavra THINK









Ligação Pi




Tabela Periódica



Glicolipídio



Nonanos






Éster



Diazepam



Átomo



Átomo



Testosterona









Rede de fulereno

3 de julho de 2009

Material didático de Ciências


O vídeo que indico hoje é de um programa Salto para o Futuro da TV Escola e pode ser encontrado no portal Domínio Público.

O programa com o título Material didático de Ciências faz parte de uma série chamada Iniciação Científica: Salto para a Ciência e discute a utilização de materiais didáticos pelos professores, apontando para a necessidade de uma prática interdisciplinar e para a valorização de materiais alternativos. Discute também a necessidade do professor produzir seu próprio material, de acordo com sua realidade.

Clique aqui para assistir ao programa.

A química desvendando o que os Faraós bebiam

Análises químicas de resíduos presentes em jarros ancestrais egípcios trazem novas evidências sobre a adição de ervas e resinas de plantas a vinhos produzidos na antiguidade


Os pesquisadores do Museum Applied Science Center for Archeology, da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia, analisaram os resíduos orgânicos depositados em dois jarros egípcios da antiguidade. O primeiro deles, de cerca de 3.150 a.C., foi localizado numa tumba na cidade de Abidos, no Egito, pertencente ao faraó Scorpion I (Escorpião I). O segundo, produzido entre o quarto e sexto séculos d.C., foi encontrado no sítio arqueológico de Gedel Adda e caracterizado como um recipiente para vinhos em função da forma e das inscrições presentes em suas alças.


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Os superátomos e uma nova Tabela Periódica


Recebi esse texto pelo Boletim da SBQ e achei muito importante compartilhar com vocês.

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Do desenvolvimento de novos materiais magnéticos à perspectiva de uma nova tabela periódica em 3 dimensões


Químicos e físicos se preparem! Vem aí uma nova versão da tabela periódica! Talvez o químico russo Dimitri Mendeleev esteja se retorcendo neste momento da história com a possibilidade do surgimento dessa novidade... A nova tabela de que estamos falando desta vez não é composta apenas de átomos mas também de superátomos. Átomos mais fortes e maiores do que os outros? Não, não... Na realidade, estes superátomos constituem-se de um aglomerado estável ou metaestável de átomos (chamados neste texto de cluster) que podem mimetizar o comportamento químico de átomos elementares.


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Veja também: