Olá, pessoal! Passando para avisar que acabamos de publicar o e-book gratuito intitulado "As múltiplas experiências do PIBID-UESB – Campus de Jequié"!
Este e-book é fruto do trabalho dos vários grupos do programa PIBID da CAPES que realizou um seminário na UESB e resolveu publicar os resultados dos seus projetos de forma a contribuir para a a área de educação nas diversas frentes de formação de professores.
Agradeço muito aos alunos e professores que dividiram comigo essas valiosas experiências proporcionadas pelo PIBID e espero que nossos textos possam contribuir para o ensino de Química. Um agradecimento especial à professora Luziêt Fontenele que bravamente organizou o e-book!
Nos dias 17, 18 e 19 de maio
acontecerá o maior festival de divulgação científica do mundo, o Pint of Science! Serão 27 países participando do festival. No Brasil, o evento
estará presente em mais de 70 cidades, dentre elas, a cidade de
Jequié-BA.
O Pint of Science é um evento que leva cientistas a
bares, pubs, cafés e restaurantes para falar sobre ciência de uma forma
descontraída e que todos possam compreender. Nada de palavreado difícil,
nada de complicação. É o momento dos cientistas mostrarem à comunidade
os resultados de suas pesquisas e das pesquisas de outros colegas,
abordando temas de grande impacto na sociedade. É o momento de aproximar
a ciência do público em geral e mostrar a relevância do trabalho do
cientista.
Com a pandemia, desde o ano passado o evento vem acontecendo no formato online pelo canal do Pint of Science no YouTube, mas sem perder a sua essência.
Fique de olho nas nossas postagens e stories no Instagram e mantenha-se informado sobre o Pint of Science Jequié!
Em breve divulgaremos a programação e os temas das palestras!
Trago para vocês mais uma dica para ajudar na formação contínua. São os cursos online oferecidos pela Universidade Estadual do Maranhão.
A plataforma Eskada possui diversos cursos abertos e gratuitos que ajudam na capacitação para o mercado de trabalho ou na aquisição de novas habilidades. Psicologia da Educação, LIBRAS, Mediação em EAD, Multimeios em Educação, são alguns exemplos de cursos que você pode fazer na plataforma. Inclusive alguns deles são oferecidos pela CAPES.
Todos eles possuem certificação gratuita e são super tranquilos de fazer, com videoaulas, leitura de artigos e apresentação de slides sobre os temas.
Clique aqui para acessar a plataforma e o catálogo de cursos.
Já parou para pensar que o mundo mudou, a sociedade mudou, seu aluno mudou e a escola continua a mesma do século passado? Antes tínhamos a escola e o professor como as principais fontes de informação e conhecimento, mas hoje somos inundados todos os dias por informação e desinformação, quer queiramos ou não.
A internet, que até o início dos anos 2000 era privilégio de poucos, hoje nos permite, inclusive, ser protagonistas e autores com audiência mundial. Claro que nem todo mundo possui uma internet de qualidade, mas o pouco que chega para a grande maioria dos cidadãos, já vem tão carregada de informação que é quase impossível se esconder!
Então, se meu aluno está no mesmo barco que eu, como posso acreditar que sou sua única fonte de conhecimento? Como posso ignorar que meu antigo papel de detentora de saberes já não funciona mais para ensinar o que realmente interessa agora?
A charge abaixo é de Carlos Ruas e mostra exatamente o que acontece com a relação professor-aluno na conjuntura atual. São alunos tentando se virar nesse mar de informações e desinformações, professores cheios de incertezas e uma educação que não consegue dar conta das demandas de uma sociedade que precisa aprender a viver nessa "nova" realidade.
A escola vem mudando ao longo dos anos? Aparentemente sim, mas na prática não! A "nova" escola parece mais tecnológica, parece mais preocupada em adotar novas metodologias de ensino e avaliação, mas na verdade tudo continua como no século passado. Aulas em que o professor dita e o aluno só copia; avaliações que medem a capacidade do aluno repetir o que o professor ditou.
Muito professor que ousa romper com a visão de que seu papel é dar seu show enquanto os alunos passivamente assistem, ainda sofre com acusações de que não dá aula. Se busca uma forma de colocar o aluno no cerne do processo ensino-aprendizagem, é considerado um tapeador.
A antiga escola e o antigo professor não funcionam mais há tempos! Eu nem falo do futuro! O presente já pede uma urgência na transformação do papel do professor! E como aqui falamos do ensino de Química (ou de Ciências de um modo geral), ir para a sala ensinar os alunos a fazer distribuição eletrônica não pode ser o resumo da atuação do professor. Precisa ir muito além!
Para que os indivíduos possam viver de forma saudável na sociedade da informação, a educação precisa ser mais focada no "ensinar a nadar" do que em tentar encerrar o aluno numa frágil jangada que inevitavelmente irá naufragar. E, quando naufraga, o indivíduo tem a difícil tarefa de, sozinho, fazer leituras críticas que lhe permitam, por exemplo, separar a informação da desinformação, algo que acionou fortemente nosso alerta vermelho nesse período de pandemia. Tem sido difícil lutar contra fake news, promessas de tratamentos que não funcionam e movimentos anti-vacina.
Precisamos de novos rumos, novas perspectivas, novas práticas, novas formas de pensar e agir na educação. Precisamos urgente de uma nova escola que aceite e encoraje esse novo professor!
Para pensar um pouco a respeito disso tudo, sugiro que você assista ao vídeo sobre educação para o futuro de Atila Iamarino que está anexado abaixo. A charge de Carlos Ruas, inclusive, foi inspirada nessa palestra. Uso sempre a charge e o vídeo nas minhas aulas de estágio e acho crucial fazer com que os novos professores tenham uma visão mais ampla do problema que é educar na contemporaneidade.
Estamos (quase) todos dentro de casa, mantendo isolamento social por conta da pandemia. Por que não usar parte do nosso tempo para aprender mais, aperfeiçoar nosso conhecimento?
Hoje trago uma dica de curso online muito legal! É o curso Introdução à Divulgação Científica do Campus Virtual da Fiocruz, que trata do tema para qualquer pessoa interessada pela área.
O curso propõe reflexões sobre a importância de aproximar ciência e sociedade e oferece dicas práticas de como fazer isso. Ainda segundo seus idealizadores, o objetivo do curso é de que, ao final, o aluno seja capaz de:
Compreender o
percurso histórico da divulgação científica no mundo e no Brasil.
Reconhecer a importância de manter um diálogo com a sociedade.
Utilizar ferramentas conceituais e práticas para realizar ações de Divulgação
científica.
O curso utiliza o formato MOOC, sigla em inglês para Massive Open Online Course, que significa curso online aberto e massivo. Um curso à distância aberto a todos os interessados e autoinstrucional, ou seja, você não necessita da mediação de um professor e pode determinar como se dedicará ao curso.
Ao final, é necessário que o aluno responda a um questionário para obter o certificado de 30 horas.
O material a seguir foi elaborado por Luziana Freitas, bióloga formada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e uma das coordenadoras do Calanguinho, projeto de permacultura na cidade de Jequié-BA.