29 de novembro de 2008

As Tecnologias e a Educação

Li este artigo no blog de Angela Becker e gostei muito. Espero que vocês também gostem e que visitem o blog de Angela.

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É inquestionável a presença das tecnologias na educação atual. Cada vez mais se faz necessário uma mudança de mentalidade entre pais e educadores, que devem aprender a utilizar esses recursos como ricos auxiliares na formação de nossas crianças.

Ao educador cabe o papel de conhecer bem a realidade onde atua e capacitar-se para a utilização correta dos recursos tecnológicos, que estão presentes não só na escola como na casa dos alunos. Caso os recursos não sejam bem explorados ou utilizados de forma inadequada, o educador estará apenas utilizando uma nova roupagem para o ensino tradicional.

Certamente um dos meios de comunicação mais presentes na casa de cada cidadão é a televisão. Segundo alguns pensadores da Educação esse recurso é um grande agente de democratização da cultura e da informação, mas se mal utilizado pode causar grandes prejuízos, principalmente nos telespectadores mirins. É fundamental que exista um controle do tipo de programação, horários e tempo de exposição que nossas crianças ficam frente a esse recurso tecnológico. Alguns programas são carregados de cenas de violência e sexo que de nada contribuem para a formação adequada das crianças, tanto a família quanto os educadores devem estar atentos, não negando a existência desses fatos, mas questionando seus aspectos negativos junto às crianças.

Ao realizar uma pesquisa em uma escola de Ensino Fundamental e Ensino médio pude constatar que muitas famílias não impõe limites as crianças, deixando que fiquem expostas durante muito tempo frente a televisão, sem nenhum controle sobre o tipo de programação que seus filhos assistem. Ao constatar essa realidade percebi mais uma vez a necessidade de família e escola caminharem juntos, cada um desempenhando seu papel dentro do processo educativo.

Um excelente parceiro junto à televisão é o vídeo, um recurso muito utilizado em sala de aula, a maioria das escolas está equipada para sua utilização. O educador deve ter clareza em seus objetivos, aplicando o vídeo a ser exibido relacionado aos conteúdos a serem trabalhados. O ideal é que o professor assista com antecedência o filme a ser exibido, podendo assim verificar se alguma cena ou sua linguagem pode ser inadequada, estudando o seu conteúdo para reforçar os aspectos mais importantes. Infelizmente a realidade nos mostra que muitas vezes o vídeo é utilizado como “tapa buracos”, perdendo assim todo seu valor pedagógico.

Todo recurso é muito rico se for bem utilizado, até mesmo uma aula com retro-projetor, um recurso simples, que traz uma série de possibilidades. Ao elaborar as lâminas o professor deve ter cuidado para não utilizar textos muito longos, a escrita deve ser clara e ser utilizado seu conteúdo como esquema do que vai ser explicado.

Um dos recursos mais ricos é o computador, que está muito presente na atualidade. O processo de informatização cresce com muita rapidez, o educador tem como responsabilidade preparar seus alunos para sua utilização em sociedade. São imensas as possibilidades pedagógicas que oferece esse recurso: jogos que desenvolvem o raciocínio lógico, construção de textos, produção de músicas, etc. Muitas de nossas escolas ainda não estão preparadas para a informatização na educação, mesmo as que possuem esse espaço de trabalho ainda enfrentam a resistência de seus profissionais.

Durante minha observação percebi um espaço rico em recursos como, sala de vídeo equipada com tv, vídeo, DVD, TV Escola, retro- projetor, aparelhos de som. A escola também possui sala de informática, laboratório de aprendizagem com diversos jogos pedagógicos. Embora esse ambiente seja rico em possibilidades devido aos seus recursos, nem sempre são utilizados de forma adequada.

Não podemos negar a presença das tecnologias na nossa vida atual. Cabe a todos, família e educadores, desempenhar seu papel frente a esses recursos, contribuindo para a formação de nossas crianças e adolescentes, preparando-os para o pleno exercício da cidadania.

Angela Becker


20 de novembro de 2008

LIBRAS: Dicionário da Língua Brasileira de Sinais


O site do LIBRAS é muito interessante para quem quer ou precisa aprender a língua de sinais. Nele você escolhe a palavra, letra ou expressão e aparece a imagem da posição das mãos e um vídeo ensinando a fazer os movimentos.

Sou a favor de que as escolas coloquem a linguagem de sinais em seus currículos e que todos os professores recebam essa formação. Não podemos falar em inclusão sem uma medida como essa.

Acesse o site aqui.


19 de novembro de 2008

Banco Internacional de Objetos Educacionais


O Banco Internacional de Objetos Educacionais é um site do Ministério da Educação que oferece vários tipos de recursos multimídia para professores de todas as áreas de conhecimento e níveis de ensino, como vídeos, imagens e simulações. É possível fazer buscas de materiais por tema, título, autor e por nível de ensino e disciplina. Também é possível que você envie seu próprio material e avalie o que já existe no site.

Acesse aqui.


18 de novembro de 2008

Jogos para o Ensino de Química


Jogos para o Ensino de Química: teorias, métodos e aplicações


Autor: Márlon Soares

Editora: Ex Libris

Sinopse: A idéia desse livro é discutir os principais referenciais teóricos que tenham relação com os jogos em educação, sem perder de vista que muito ainda pode ser discutido e que nem todos os autores que trabalham com a temática foram aqui incluídos. Atividades são propostas, porém algumas delas são sugestões de ação e outras, nem mesmo estão completas, para possibilitar que o professor possa colocar suas próprias características no jogo, considerando-se as especificidades culturais de cada região do país. Mas mesmo assim, caso o professor não queira fazer alterações significativas nos jogos, disponibilizamos ao leitor um endereço de internet com as peças, cartas, brinquedos necessários para a execução do jogo em sala de aula em cada um dos tópicos relacionados a sugestões de jogos.

Propomos o jogo como uma realidade em sala de aula, pois vivemos em um mundo muito diferente, no qual nos comunicamos via computador e celular, que principalmente para o adolescente de hoje, é um acessório similar a um relógio, isto é, fundamental. Tudo evolui de maneira muito rápida, no entanto, parece-nos que a escola continua a mesma de 300 anos atrás. O jogo aqui surge como uma alternativa para o professor, como modo de motivar o aluno para o estudo da química, tirando-o de uma atitude passiva em sala de aula, aproximando o professor e o aluno, facilitando o processo de ensino-aprendizagem.

Para adquirir o livro acesse o site da editora
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